Quais cursos o SENAI oferece: os cinco tipos, quais são gratuitos e onde se inscrever

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Por , editor responsável. Apura chamadas de gratuidade e editais no documento oficial, não em resumo de terceiro. Como conferimos cada informação está na política editorial.

O SENAI não tem um catálogo único: tem cinco tipos de curso, com idade mínima, calendário e endereço de inscrição diferentes. São eles a qualificação profissional (curta duração), o curso técnico de nível médio, a aprendizagem industrial do jovem aprendiz, o EAD e, em algumas regionais, a graduação e pós. A vaga gratuita não aparece igual em todos: ela nasce da Gratuidade Regimental, prevista no Decreto 6.635/2008, e é publicada por chamada de cada Departamento Regional. Esta página é o índice: cada tipo abaixo leva à página que apurou as regras dele.

Os cinco tipos de curso do SENAI, lado a lado

A tabela responde a pergunta na ordem em que ela costuma ser feita: o que é, se tem vaga gratuita e onde a inscrição acontece.

Tipo de curso O que é Onde a vaga gratuita aparece Página com as regras
Qualificação profissional Curta duração, a fronteira prática é 160 horas. É o que o público chama de “profissionalizante” É onde a gratuidade mais aparece, por chamada pública do regional Cursos gratuitos
Curso técnico Nível médio, carga longa, dá registro profissional Em duas das três portas de entrada; a terceira é paga Curso técnico
Aprendizagem industrial Jovem aprendiz, com contrato de trabalho Duas filas: encaminhamento pela empresa ou processo do SENAI Rotas de inscrição
EAD A distância. Atenção: ead.senai.br é ambiente do aluno, não catálogo Varia por regional; parte dos editais é exclusiva de EaD Curso EAD
Graduação e pós Tecnólogo e especialização, em parte das regionais Exceção, não regra Técnico ou tecnólogo

Quais desses cursos são gratuitos, e por quê

A oferta gratuita do SENAI não é campanha nem promoção. Ela é obrigação: o Decreto 6.635/2008 destina parte da contribuição compulsória recolhida da indústria à Gratuidade Regimental. Na prática isso significa que a vaga existe todo ano, mas quem publica é cada Departamento Regional, no calendário dele, e é por isso que não há uma data nacional de inscrição. O panorama completo, com o que cada estado exige, está em cursos gratuitos do SENAI e quem tem direito.

Um cuidado que evita perder prazo: a janela da qualificação costuma durar dois ou três dias, enquanto o processo do técnico tem prazo de semanas e acontece poucas vezes por ano. São calendários diferentes, e confundi-los é o motivo mais comum de chegar tarde.

Por ocupação: o que cada página apurou

Se a sua pergunta é qual profissão seguir e não que tipo de curso existe, o caminho é por ocupação. Em quase todas há uma armadilha de nomenclatura: cursos com o mesmo nome que formam para coisas diferentes, e só um deles costuma ter vaga gratuita.

Ocupação O que a apuração encontrou Dado
Eletricista Predial, industrial e automotivo são três formações diferentes com o mesmo apelido R$ 3.032,64
Soldador A qualificação vale por processo de solda, não em geral R$ 3.366,27
Informática O catálogo nacional é nuvem, DevOps e IoT; informática básica não está ali 91,7%
Usinagem São quatro formações diferentes, e nenhuma se chama “técnico” ver página
Refrigeração Quatro formações com o mesmo nome, e só uma costuma ser gratuita ver página
Administração Três formações usam o mesmo nome, e só a mais curta costuma ser gratuita ver página
Mecânica automotiva Dez cursos de 5 a 40 horas, e um técnico de 1.200 horas ver página
Inspetor de qualidade Cinco formações diferentes, e a que prepara para vaga na BYD ver página

O comparativo de salário e volume de contratação por ocupação, com origem no CAGED e não em estimativa de site de vaga, está em cursos do SENAI por ocupação.

Por cidade: onde a vaga gratuita aparece

A oferta é regional e desigual, porque depende de quanto a indústria daquele estado recolheu e de quantas escolas existem por perto. Estas são as cidades com calendário, regra e escola já apurados:

O endereço oficial do SENAI de cada um dos 27 estados, com o caminho até o catálogo de cursos de cada um, está em os 27 SENAIs do Brasil.

Antes de escolher: o SENAI é a melhor opção para você?

Vale comparar antes de decidir, porque em boa parte do país a escolha não é entre SENAI e nada, é entre SENAI e uma rede pública que talvez sirva melhor ao seu caso:

Todas as comparações estão reunidas em comparar instituições e tipos de curso.

E depois de concluir qualquer um deles, a emissão do documento não é nacional nem única: o caminho por regional está em certificado do SENAI.

Entre os caminhos online, a plataforma própria do SENAI tem regra de custo particular, com aula liberada e certificado pago: veja SENAI Play.

Se a sua exigência é estudar a distância E sem pagar, o cruzamento das duas coisas tem página própria: curso gratuito online do SENAI.

A aprendizagem industrial é a única dessas rotas que gera contrato de trabalho com carteira assinada: veja idade, salário e as duas filas em SENAI Jovem Aprendiz.

Perguntas frequentes

Quais cursos o SENAI oferece?

O catálogo se organiza em cinco tipos: qualificação profissional (curta duração, até 160 horas), curso técnico de nível médio, aprendizagem industrial para jovem aprendiz, EAD e graduação e pós em algumas regionais. Cada tipo tem idade mínima, calendário e endereço de inscrição próprios, e é por misturá-los que muita gente entra na fila errada.

Quais cursos o SENAI oferece de graça?

A gratuidade não é promoção: é obrigação prevista no Decreto 6.635/2008, que destina parte da contribuição da indústria à Gratuidade Regimental. Ela aparece principalmente na qualificação profissional e em parte das vagas de curso técnico, por chamada pública de cada Departamento Regional. Veja como funciona em cursos gratuitos do SENAI.

Quais cursos técnicos o SENAI oferece?

O técnico tem três portas de entrada, e só duas levam a vaga gratuita; a terceira é paga e costuma ficar aberta por mais tempo, o que faz muita gente concluir que conseguiu vaga gratuita quando não conseguiu. O detalhe de cada porta está em curso técnico do SENAI.

Quais cursos EAD o SENAI oferece?

Aqui mora a confusão mais comum: ead.senai.br não é catálogo, é o ambiente virtual de quem já está matriculado, por isso pede senha. O catálogo aberto muda conforme o estado. O caminho sem cair no AVA está em curso SENAI EAD.

Quais cursos o SENAI oferece para jovem aprendiz?

A aprendizagem industrial é uma rota à parte, com duas filas e um contrato de trabalho: o jovem pode ser encaminhado pela empresa ou concorrer pelo processo do próprio SENAI. As idades mínimas e o passo a passo de cada fila estão em como se inscrever no SENAI.

Quais cursos profissionalizantes o SENAI oferece?

“Profissionalizante” costuma ser o nome popular da qualificação profissional, de curta duração. A fronteira prática é de 160 horas, e ela muda o que o certificado permite. A diferença está detalhada em curso técnico ou qualificação profissional.

Quais cursos superiores o SENAI oferece?

Parte das regionais oferta graduação tecnológica e pós, mas isso é exceção, não regra, e não se confunde com o técnico de nível médio. Onde um termina e o outro começa está em curso técnico ou tecnólogo.

Quais tipos de cursos o SENAI oferece?

Cinco: qualificação, técnico, aprendizagem, EAD e, em algumas regionais, superior. O que mais separa um do outro na prática não é o conteúdo, é a idade mínima e o calendário, que são diferentes em cada rota.

Quais cursos o SENAI paga para estudar?

A pergunta esconde quatro perguntas diferentes, e só uma delas tem resposta “sim, o aluno recebe”: a rota em que existe contrato e salário, não bolsa. O desfazer da confusão está em o SENAI paga para estudar?.

Quais cursos o SENAI está oferecendo gratuito em 2026?

Isso muda por estado e por mês, porque cada Departamento Regional publica a própria chamada. Acompanhamos as chamadas conforme saem em cursos gratuitos do SENAI, e o endereço oficial de cada regional está em os 27 SENAIs do Brasil.

Fontes e verificação

Esta página é um índice: cada regra citada aqui foi apurada na página do cluster correspondente, sempre no texto original do decreto, do edital ou da chamada pública, e não em resumo de terceiro. Verificação em 1º de setembro de 2026.